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Washington Olivetto dá dicas

Washington Olivetto, na sede da agência W/McCann, em São Paulo (foto: Carolina Vellei)

“Conseguimos três novos clientes na última semana, está uma correria danada”, comemora Daniela, secretária do publicitário Washington Olivetto, sócio da agência W/McCann.  A agitação que existe no local demonstra bem como é o dia a dia de quem trabalha com a área de Publicidade e Propaganda. E, para falar um pouco mais sobre o cotidiano da carreira, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com Olivetto, que há mais de 40 anos trabalha na área.
Antes de falar com a gente, o premiado publicitário tinha acabado de sair de uma reunião, algo bem constante na rotina da agência. E, segundo Olivetto, constante na vida do profissional. Ele conta que o dia do publicitário é repleto de encontros com clientes e com a própria equipe. Até os almoços são muitas vezes aproveitados para discutir assuntos profissionais. Apesar do aparente “sacrifício”, ele explica que isso faz parte do trabalho. “O mercado da publicidade é muito concorrido, é preciso muita dedicação para se manter”.
Mas, se a vida de Olivetto hoje é corrida, dá para dizer que antes de se tornar sócio de agência ela era muito mais. Tanto que o publicitário não conseguiu terminar as faculdades que tentou fazer. Começou o curso de Comunicações e de Psicologia aos 18 anos, por serem áreas importantes para a Propaganda. Fazia de manhã e à noite, mas estava empenhado em ter um estágio na área, logo no início da graduação.  “Acabei trabalhando feito um louco e não consegui acabar as faculdades. Mas é uma coisa que eu não acho mérito não, estudar é sempre bom”, conta.

Apesar de não ter um diploma universitário, o publicitário nunca pensou em retomar os estudos, pois segundo ele, nunca parou de estudar. “Eu nunca estudei para tirar um diploma, eu sempre estudei para saber. Apesar de não continuar na faculdade, eu continuei lendo muito”, diz, reforçando a ideia da importância de constante aprimoramento. E é essa uma das características que o publicitário indica para os que querem começar na carreira: “Todo bom profissional deve ter uma enorme curiosidade. Quando era estagiário ficava perguntando tudo o tempo inteiro”, relembra.
A escolha da carreira
Washington Olivetto decidiu ser publicitário ainda na adolescência, quando entendeu que na carreira de Publicidade e Propaganda trabalharia com as duas paixões de sua vida: escrever e vender. “Aprendi a ler muito cedo, com 5 anos de idade, e sempre gostei de escrever. Tanto que queria escrever para todas as mídias, jornal, revista, radio televisão”, conta. A segunda paixão de Olivetto vem de família. Ele sempre admirou o trabalho do pai, que era vendedor.
Quando entrou na faculdade, Olivetto pediu para trabalhar como estagiário em uma pequena agência de publicidade. Sua principal função era a de redator para as campanhas. O trabalho precoce logo lhe rendeu frutos. Aos 23 anos ganhou o primeiro Leão de Ouro para o Brasil, no maior festival mundial que premia a área, o Festival de Cannes, com a propaganda “O homem de quarenta anos”.
A dica de Olivetto para quem começar bem a carreira, como ele, é gostar de cultura geral, não ter preconceito com nenhum tipo de informação e ter o espírito competitivo. “Também é preciso algum talento”, recomenda.
O dia a dia de um publicitário
O publicitário é o profissional responsável por criar, realizar e divulgar campanhas e peças publicitárias, procurando a melhor forma de apresentar um produto ou serviço ao consumidor e promover sua venda. Ele atua na elaboração de estratégias e inovações na área de comunicação, e tem como um dos objetivos melhorar a relação de empresas e instituições com a sociedade.
Segundo Washington Olivetto, o dia a dia em uma agência publicitária é bastante agitado. A maior parte do tempo é dedicada a criação de novas campanhas. Além disso, todos os dias os profissionais precisam estudar as características de mercado e as exigências dos clientes, traçando perfis para as ideias começarem a surgir. “O interessante de uma agência é que, como ela tem vários tipos de clientes, você não tem monotonia, sempre tem um assunto novo para tratar”, conta.
Oportunidades no mercado de trabalho
O bacharel em Publicidade e Propaganda pode atuar em vários tipos de agências de comunicação, nos departamentos de marketing e comunicação de empresas em geral, em jornais e revistas, além dos fornecedores de produtos e serviços, como consultorias, institutos de pesquisa, produtoras de som e imagem, gráficas, empresas de web e organizadoras de eventos.

Para Olivetto, a profissão está “exageradamente na moda”. “Todo estudante deve pensar antes de entrar no curso se é isso mesmo que ele gosta, porque não vale a pena optar por algo só porque está na moda”, aconselha. Ele explica que isso faz com que o mercado fique cada vez mais competitivo e difícil.  No entanto, o publicitário garante: “sempre existirão lugares para os que são mais talentosos e trabalhadores”, conclui.

Fonte: Guia do Estudante por Carolina Vellei

O Galo e a Publicidade e Propaganda


Em quase tudo o que vemos sobre Publicidade e Propaganda, principalmente em Festivais de âmbito profissional ou acadêmico, está lá a figura de um Galo.

Quase sempre estilizado de diversas formas (de acordo com a criatividade do responsável pela sua criação), ele acaba gerando uma curiosidade na cabeça de algumas pessoas que ainda não sabem o motivo – se é que realmente exista um – do Galo ser o símbolo da Publicidade.

A LENDA

Encontrei uma história durante as buscas para o embasamento deste post que relaciona a questão do galináceo com o job de uma Agência no ano de 1833, conforme pode ser conferido na íntegra do texto extraído do site Casa do Galo:
“Em 1833, uma grande agência de publicidade de São Paulo precisava entregar o material do cliente mais prestimoso e exigente para os grandes jornais locais. O trabalho era duro: não existiam gráficas rápidas, computadores, nem bureaus de impressão à laser. Todo o trabalho era montado em prensas, e as ilustrações, esculpidas à talho-doce em barras de metal. Um carimbão homérico. Aí o fornecedor de chapas atrasou, o nanquim cecou (sic), o querosene da lamparina evaporou, o contínuo adoeceu, o mascate enrolou. E, pela primeira vez em toda a história publicitária, os funcionários da agência de reclames tiveram que trabalhar por toda a noite afora. E como São Paulo ainda era cidade de interior, ao lado da agência existia um galinheiro, e com a barulheira toda das marteladas do talho doce, o galo não dormiu. Cucuritava a cada 15 minutos, reacordando a maioria do pessoal que jamais trabalhara em horários tão tardes e que mostravam-se cansado deveras. Tempo se passou, essa agência abriu o trágico precedente do trabalho-publicitário-para-ontem-noite-afora. O cliente era chato e pinga-pinga, mudava de agencia todo mês. Assim o tempo passou e praticamente todas as 4 agências de São Paulo de outrora trabalhariam ao som do cocoricó do galinheiro ao lado. É claro que o tempo passou, os galinheiros foram rareando, novos motivadores apareceram. Mas o galo ficou imortalizado desde então.”

O ANUNCIANTE

Mas, a versão que acredito ser mais considerável sobre o motivo do Galo ser o “mascote” da Publicidade é que ele tem a função de anunciar o novo dia assim como o profissional de PP tem como objetivo em suas criações a melhor forma de anunciar o seu cliente, utilizando de elementos que o apresente como um diferencial quando comparado com seus concorrentes de mercado. Assim como o Galo, o profissional de PP deve ser um “anunciante da novidade”. Logo, o “cantar do galo” seria equivalente ao ato de anunciar, onde o objetivo é o de destacar-se perante uma determinada área e, se possível, ser o pioneiro ou apresentar seu produto ou serviço da melhor forma para se ter o alcance desejado, dando a impressão de que tudo o que vier após tenha apenas seguido uma tendência já existente.


Por Jeferson Freiy

A Propaganda Nazista



A propaganda nazista foi um dos principais pilares de sustentação deste que foi um dos mais sanguinários períodos da história da humanidade. Os nazistas usaram a propaganda para conquistar a simpatia das pessoas, e utilizavam praticamente todas as mídias disponíveis na época para dar sustentação aos seus ideais.

A história da propaganda nazista, comandada por Joseph Goebbels (Ministro da Conscientização Pública e Propaganda – PROMI), foi determinante para moldar o marketing político até os dias de hoje. Os nazistas estruturaram a propaganda política em todos os aspectos da comunicação de maneira sistêmica. Tudo foi pensado em detalhes, as trilhas sonoras utilizadas, a identidade visual, os uniformes do exercito e da SS que eram criados pelo famoso alfaiate da época Hugo Boss, a iluminação criada por especialistas, os gritos de guerra e discursos hipnóticos do Füher, tudo era preparado com muito estudo para causar o maior impacto possível. Os objetivos do ministério era assegurar que a mensagem nazi fosse espalhada através da arte, música, teatro, filmes, livros, rádio, material educacional e imprensa.

O que muitas vezes não percebemos é que a escola de propaganda nazista é estudada e aplicada até os dias de hoje, não apenas por ditadores, mas por lideres e políticos de monarquias, países democráticos e socialistas.

A base da propaganda nazista era apresentar soluções inovadoras para todos os problemas da sociedade, repetir suas mentiras de forma tão convincente até tornarem-se verdades aos olhos do povo, ignorar qualquer critica ou pontos negativos enaltecendo apenas os pontos positivos. Goebbles criou um mito, transformou Hitler em um ser superior através da mídia, e continuamos vendo isso ser feito até mesmo em nosso país.


Abaixo podemos ver uma criação brilhante de um dos gênios da publicidade brasileira, Washington Olivetto. Este comercial, resume bem o modelo nazista e foi criada para a Folha de São Paulo em 1987 e foi considerada um dos 100 melhores de todos os tempos:


Fonte: Gestor de Marketing e Blog Do JJ.

Cresce a produção de drones no Brasil


Um novo setor altamente competitivo surge no Brasil e vem se fortalecendo principalmente em São Paulo. Várias empresas agora oferecem serviços com drones (aviões não tripulados) para clientes dos mais diversos tipos.

Entre eles, estão agências de publicidade, seguradoras, empresas de construção civil e pessoas físicas que querem imagens aéreas de eventos como aniversários e casamentos. No interior, é forte ainda o uso por agricultores que querem monitorar grandes áreas de plantação.

Um exemplo: a empresa DroneSP fez, para uma seguradora, uma vistoria na cobertura do estádio do Corinthians, em Itaquera, zona leste de São Paulo, antes da abertura da Copa. O serviço anteriormente exigiria o deslocamento físico de uma equipe até o local, com todas as preocupações de segurança e limitações de acesso.

No mercado imobiliário, eles servem para avaliar terrenos, para acompanhar as obras e para mostrar ao comprador, antes da construção do prédio, como será a vista de determinado andar.

“Em casamentos, é possível fazer uma panorâmica da região, com a imagem se aproximando do local do evento”, diz Paulo Lopes, dono da DroneSP, criada no fim de 2013.

A diária de um drone pode custar de R$ 1.500, com equipamentos mais simples e em empresas mais baratas, a cerca de R$ 6.000. Há equipamentos, hoje, que pesam menos de 2 kg. Eles vão a até cerca de 150 metros de altura.

“O drone fica entre o helicóptero e a grua”, diz Regis Mendonça, sócio da empresa idrone.tv, uma das mais antigas do mercado (atua desde 2010) e que trabalha principalmente com publicidade.

“Geralmente somos contratados por produtoras. De um ano e meio para cá houve um boom, parece que todos querem trabalhar com isso. E cresceu bastante também o número de empresas no setor.”

O recurso também tem sido utilizado no jornalismo. No ano passado, a Folha usou um drone para filmar protestos.

Limitações
Entre as limitações, está a baixa autonomia de vôo. Um drone consegue voar entre 5 e 15 minutos, dependendo do seu tamanho e do tipo de equipamento de filmagem acoplado a ele.

Além disso, não há regulamentação sobre o uso dos drones no país. A Anac (agência reguladora do setor) promete editar regras até o fim do ano, limitando o vôo sobre pessoas -para evitar acidentes- e o voo não autorizado sobre bens de terceiros.

Na semana passada, por exemplo, um drone desconhecido sobrevoou um treino fechado da seleção da França em Ribeirão Preto, fazendo o treinador do país reclamar de espionagem.


“Ainda há muito a evoluir. A gente ouve falar em drones entregando pizza. Isso é muito distante... Talvez em dez anos. Hoje, não passa de publicidade”, diz Mendonça.
Fonte: Jornal de hoje

Publicidade e RP ficam em 3° no ranking de profissões que mais criam vagas de emprego



Ao lado das áreas de mercado e negócios, as carreiras ligadas à comunicação mostram força no ranking de oportunidades para profissionais em todo o Brasil. Pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgada em julho revela que as atividades de relações públicas e publicidade, com as áreas de mercado e negócios, criaram 20.853 vagas entre janeiro de 2009 e dezembro de 2012.

Para Lala Aranha, presidente do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (Conrerp) do Rio de Janeiro, a área de comunicação como um todo tende a ser promissora nos próximos anos por conseguir se adequar às mudanças tecnológicas da atualidade. “A carreira de relações públicas demonstrou grande força em todo o mundo durante a campanha de Barack Obama, por exemplo, quando a equipe dele investiu no relacionamento via web com os eleitores e obteve sucesso”, contextualiza. Segundo ela, a força do mercado em estados como o Rio de Janeiro se deve, em grande parte, à quantidade de eventos internacionais promovidos nessas regiões.

A especialista explica, ainda, que a carreira de relações públicas abrange outras áreas da comunicação e, por isso, os profissionais devem se preparar para um mercado múltiplo. “É preciso estar muito voltado para questões culturais, ter sede de conhecimento e, sobretudo, ser extremamente curioso. Trabalhar na área significa saber construir relacionamentos”, resume.

Antes de escolher o curso de relações públicas, Ana Cláudia Pena, 34 anos, tentou as áreas de publicidade e de psicologia. “Não tinha me encontrado. Hoje, sim, me sinto realizada, pois vejo que o profissional de relações públicas é como se fosse o psicólogo da comunicação”, conta. Formada em dezembro do ano passado, Ana Cláudia revela que não teve dificuldade em encontrar emprego. “Vejo que áreas como o jornalismo, por exemplo, absorveram profissionais de RP. Mesmo assim, não desanimei e me dediquei muito na época da faculdade. Hoje, quando faço eventos, participo de todo o processo da produção e coloco em prática as múltiplas funções do profissional de relações públicas, como organizar e planejar um projeto”, revela Ana Cláudia, que trabalha em uma produtora de eventos de entretenimento em Brasília.
Ana Cláudia Pena, 34 anos, se formou em relações públicas no ano passado e trabalha em uma produtora de eventos de entretenimento (MoniqueRenne.CB.DAPress)
Ana Cláudia Pena, 34 anos, se formou em relações públicas no ano passado e trabalha em uma produtora de eventos de entretenimento

Reinvenção

Por sua vez, o presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), Orlando Marques, ressalta que a área de publicidade tende a crescer cada vez mais se os profissionais procurarem se reinventar de acordo com as demandas do mercado. “Empresas sempre terão de recorrer às agências, por exemplo, para divulgar sua marca. Os desafios para os profissionais, com relação às novas tecnologias, só tendem a crescer”, atesta. Para isso, segundo ele, quem chega ao mercado deve estar de cabeça aberta para inovar. “Ser publicitário exige foco, dedicação, curiosidade e vontade de aprender com clientes e colegas todos os dias”, sugere.

Formado há 12 anos pela Universidade de Brasília (UnB), o publicitário Peter Sola, 34 anos, fundou com dois amigos de faculdade uma agência de publicidade no início da carreira. “Gostei muito da área desde o começo do curso e me encantei com os desafios, o dinamismo e o estímulo à criatividade”, detalha.
O publicitário Peter Sola, 34 anos, fundou uma agência com dois amigos de faculdade no início da carreira (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
O publicitário Peter Sola, 34 anos, fundou uma agência com dois amigos de faculdade no início da carreira
Para Peter, entretanto, o mercado de publicidade mudou com o tempo e já não consegue absorver todos os profissionais que estão se formando. “Vejo, por exemplo, muita gente que estudou comigo, mas que nunca conseguiu atuar na área. O ideal é que os jovens que estão se formando se preparem para um mercado que requer também experiência e bagagem de vida”, ressalta.

Falta espaço no DF

Enquanto o número de admissões nas atividades de relações públicas e publicidade — além das áreas de mercado e negócios — foi de 13.224 no estado de São Paulo, por exemplo, o Distrito Federal registrou saldo negativo, com 159 desligamentos no mesmo período. Para o professor da UnB e especialista em mercado de trabalho Jorge Fernando Pinho, o eixo Sul-Sudeste apresenta mais força nessas áreas em comparação com o Distrito Federal, sobretudo por conta da força do serviço público em Brasília. “Muitos profissionais dessas áreas chegam ao mercado com desejo de trabalhar em agências e produtoras da iniciativa privada, mas têm dificuldade em encontrar emprego”, lamenta.

Já na opinião do professor do curso de publicidade do UniCeub André Ramos, a área tende a crescer por causa do surgimento de novos espaços midiáticos. “As mídias digitais, potencializadas pelas redes sociais, convertem-se em espaço mais promissor e desafiador em termos de criação publicitária”, especifica. Além disso, segundo ele, a área passará por uma transformação no que diz respeito ao trabalho ligado ao consumo. “Mesmo que de forma embrionária, as empresas de publicidade já caminham para um processo de estímulo ao consumo mais consciente e sustentável”, acredita.

A carreira de relações públicas, mais conhecida como RP, vive um fechamento de cursos em faculdades e universidades em Brasília nos últimos anos. Atualmente, apenas uma instituição de ensino superior oferece turmas. Para o professor Marcos Aurélio Duarte, da Faculdade Anhanguera de Brasília, características específicas da capital dificultam o crescimento da área. “A cidade respira governo e, apesar de relações públicas ser uma área muito importante no setor público, poucos profissionais são contratados”, afirma.

Ainda de acordo com Duarte, a falta de conhecimento sobre a área atrapalha o reconhecimento do profissional. “Muitas empresas preferem contratar profissionais de marketing em vez daqueles formados em relações públicas. Em Brasília, infelizmente, a área ainda não é muito voltada para as empresas privadas, diferentemente de outros estados, como São Paulo, mas torço para ver isso mudar muito em breve”, comenta.

Fonte: CorreioWeb 

VP da Loducca destaca a importância do atendimento nas agências de publicidade


A Associação dos Profissionais de Propaganda, entidade que presta serviço aos profissionais da área publicitária, realizou mais um Ciclo da Palestra Contribuição Profissional, na última terça-feira, dia 08, na sede da APP. O evento trouxe o sócio e Vice-Presidente da Loducca, André Paes de Barros, que destacou a importância da integração e inclusão do atendimento com os demais setores, colocando como fundamental sua participação e ressaltando que seus trabalhos não devem ser alienados e restringidos.

Com o tema “Atendimento é entendimento”, a palestra voltada para os profissionais e estudantes de publicidade, André PB, como é conhecido popularmente, tomou como base para o sucesso o que costuma chamar de “os 5 ‘R’”: Rotina, Relacionamento, Relevância, Reflexão e Responsabilidade. Ele analisou e discutiu cada item, levando para o conhecimento dos presentes o valor que tem o bom atendimento, peça fundamental no primeiro contato com o cliente. “Atender é criar um relacionamento sólido e sustentável”, explicou. 

A palestra contou com a presença dos profissionais da Ibope Media, Santa Clara, Editora Globo, Grupo RBS, entre outros, além do presidente e diretores da APP. 

André PB atuava em Economia como corretor da Bolsa de Mercadorias e Futuros. Após um acidente que o afastou por trinta dias, acabou como estagiário da Young & Rubicam em 1992, dando início a uma consistente carreira em Publicidade. Em 2001, assumiu a Vice-Presidência de Novos Negócios da J. Walter Thompson, enquanto que na Africa fez parte do time que criou a agência. Desde 2004 é Sócio e Vice-Presidente da Loducca, além de dirigir a área de atendimento da empresa. Em 2010 conquistou o Prêmio Caboré como Profissional de Atendimento e em 2013 foi um dos vencedores do Troféu Garra do Galo, na categoria Profissional de Atendimento.


Sobre a APP
A APP foi fundada em 29 de setembro de 1937 como Associação Paulista de Propaganda, tendo o poeta e publicitário Orígenes Lessa como primeiro presidente. Em 1989 foi rebatizada como Associação dos Profissionais de Propaganda, insígnia que mantém até hoje. A entidade surgiu da necessidade da atividade publicitária ter uma voz que não se calasse diante de temas e desafios do negócio publicitário e do profissional que atua na indústria da comunicação. Congrega os profissionais dos mais variados segmentos da publicidade nacional, estejam eles entre anunciantes, nas agências, nos veículos ou nas empresas fornecedoras de serviços, todos participando ativamente do desenvolvimento sócio-econômico e profissional do Brasil, especialmente no que diz respeito ao crescimento e contínua modernização das atividades produtivas, comerciais e de serviços. Em sua longa existência, a APP, hoje com mais de 20 Capítulos Regionais no país, vem ajudando a fazer da propaganda uma das atividades profissionais de maior expressividade em nosso País e oferecendo para toda a América Latina, preciosas colaborações técnicas, profissionalizantes e de desenvolvimento ético da profissão. 

Fonte: Portal da Propaganda

Investimento publicitário também tem crescido, segundo pesquisa TGI do Ibope Media


Por Carolina Cestari

Os olhares do mundo todo estarão voltados para a maior e mais importante premiação do cinema nesse domingo, 2, quando acontece o Oscar. Para destacar a importância do meio no Brasil, o Target Group Index, do Ibope Media, divulgou dados sobre o mercado de cinema no País. Segundo o instituto, a adesão de público ao cinema cresceu 43% nos últimos cinco anos. Desse percentual, 95% do público também assiste a filmes na TV. O investimento publicitário no meio cinema cresceu 20% em comparação ao ano de 2012 e 2013. Os setores que mais colocaram dinheiro no meio foram o de bebidas, cultura, lazer, esporte, turismo e mídia.

Veja as informações completas do infográfico:




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