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Uso de smartphones por brasileiros cresce e Black Friday será mais mobile do que nunca



Uso de smartphones por brasileiros chega a 76 milhões
Número de pessoas que utilizam aparelhos de celular com acesso à internet aumentou em um milhão de pessoas no por mês se comparado ao terceiro trimestre de 2014

O número de pessoas que utilizam o smartphone com acesso à internet no Brasil chegou a 76,1 milhões no terceiro trimestre de 2015, tendo um aumento de mais de um milhão de pessoas por mês, segundo pesquisa realizada pela Nielsen Ibope.
O estudo também registrou que das 76,1 milhões de pessoas que utilizam celular com internet, metade já tem o aparelho há mais de um ano e 5% delas, pretende trocar de celular no prazo de um mês, enquanto 12% quer um aparelho novo nos próximos três meses.
Quando consultados sobre o horário em que mais utilizam seus smartphones, os brasileiros relataram que 63% tende a usar durante a noite, das 20h às 22h, seguidos do horário de pós-trabalho, por volta das 18h. Outro momento em que os usuários mais acessam o aparelho é durante o almoço (53%).
Mesmo com o crescente número de pessoas que utilizam smartphones, o acesso à internet pelo computador domiciliar também aumentou nos últimos anos, chegando a 95,6 milhões de brasileiros. Em setembro de 2000, apenas 9,8 milhões de pessoas moravam em residências com computador conectado à rede. Os maiores saltos ocorreram em 2004, quando 19,3 milhões de brasileiros começaram a usar mais os sites sociais e, em 2007, quando o acesso se popularizou com o aumento da renda, chegando a 30,1 milhões. 

Black Friday 2015 será mais mobile do que nunca
O evento mais importante do varejo acontece nesta sexta-feira, 27 de novembro, e ele tem tudo para ser o mais importante da história do país. Apesar da crise econômica, os brasileiros estão contendo despesas e procurando por bons descontos e promoções, e essa é a época do ano perfeita para economizar. Além disso, muitos vão aproveitar a oportunidade para adiantar as compras de Natal. 
A 5ª Edição da Black Friday será marcada pelas ações mobile, pois é cada vez maior o número de consumidores que optam pela compra pelo smartphone e aplicativos, portanto, as empresas devem estar preparadas para essa tendência de mercado. Não basta apenas preparar as plataformas, será preciso pensar em ações que irão conquistar os clientes.
Os consumidores estão conectados o tempo todo e utilizam do celular para fazer as mais diversas atividades, e as marcas precisam estar em sintonia com esse público que toma decisões na palma da mão. 
Segundo dados do E-bit, mais de 37% dos maiores acessos de site de e-commerce já estão sendo feitos via smartphone ou tablets. Google e Facebook já são práticas comuns de ações quando falamos de comprar pelo celular, mas hoje, outros canais exercem grande influência nesses consumidores.
Snapchat, Periscope, Instagram, Twitter e até mesmo o WhatsApp têm sido fontes importantes de comunicação entre as marcas e seus clientes, principalmente em eventos promocionais, como a Black Friday. Esses canais permitem maior tráfego, vendas mais assertivas e envio de ofertas customizadas para clientes específicos.
Uma pesquisa feita pelo Google mostrou que 82% dos consumidores que compraram na Black Friday do ano passado têm intenção de repetir as compras esse ano. Na edição anterior, o comércio movimentou mais de R$1,16 bilhões. 
Os clientes conectados pelos smartphones precisam que os processos sejam simplificados para que eles efetuem a compra com mais facilidade. Além disso, algumas ações inovadoras podem fazer a diferença na hora de fechar uma venda. É o caso da Netshoes e do Magazine Luiza, a loja esportiva anunciou que, para a Black Friday 2015, o uso de seu aplicativo não cobrará o pacote de dados do usuário e já a empresa varejista lança seu a seu APP e oferece frete grátis nas compras acima de R$ 99,00 até o fim do ano.



Serviços de streaming ganham espaço no Brasil



Streaming é o nome da transmissão de conteúdo multimídia pela internet. As empresas que oferecem esses serviços como Netflix, Spotify e muitos outros, tem crescido bastante no Brasil e no mundo.

Streaming é mais popular que a TV aberta na América Latina
A difusão do acesso à internet e a disponibilidade de conteúdos variados fez com que o streaming de conteúdos se tornasse mais popular que as redes de TV aberta da América Latina. É o que revela uma pesquisa conduzida pela empresa de pesquisas ComScore, que também avalia a popularidade de sites da rede mundial de computadores.
Entre os brasileiros entrevistados, 73% afirmaram ver redes aberta, enquanto 82% acessam conteúdos online sob demanda. Na América Latina em geral, os números são de 70% e 81%, respectivamente — prova de que a televisão está seguindo por um caminho semelhante à indústria da música.
“É uma confirmação do que vínhamos observando há algum tempo”, afirma Gaston Turatuta, presidente-executivo da IMS, companhia que tem como clientes nomes como Crackle e Vevo. “E os anunciantes investem seu dinheiro de maneira errada [ao pagar por tempo na TV]”, complementa.
A pesquisa conduzida pela ComScore entrevistou 8.376 pessoas por mensagens de email entre os dias 2 e 10 de setembro deste ano. Segundo Taratuta, a importância dos vídeos online contrasta com o acesso restrito à internet da América Latina, região que deve crescer nesse sentido nos próximos anos, especialmente no que diz respeito no número de acessos a partir de smartphones.

Serviços de streaming de música superam vendas por download no Brasil
Os serviços de streaming de música estão fazendo bastante sucesso no Brasil: com 51% do faturamento das vendas digitais, eles superaram as lojas de downloads de músicas, como a iTunes Store. Os números foram divulgados pela Folha de S.Paulo, com base em informações fornecidas pelo setor fonográfico.
Segundo os dados, os serviços de streaming de música estão tomando aos poucos o espaço anteriormente ocupado pelas vendas físicas e digitais no mundo. Mas, no Brasil, o crescimento é ainda maior: por aqui, empresas como Spotify, Deezer e Rdio conseguiram um aumento de 53,6% no faturamento em 2014 — mais que no resto do mundo, onde o crescimento foi de 39%.

Brasileiro usa cada vez mais internet no celular


O uso de internet pelo celular triplicou nos últimos três anos passando de 15% em 2011 e atingindo 47% em 2014, o que representa cerca de 81,5 milhões de brasileiros. Esses dados são apresentados na décima edição da pesquisa TIC Domicílios realizada pelos órgãos Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
Com o objetivo de medir o uso das tecnologias da informação e da comunicação nos domicílios, acesso a computadores e à internet, tipos de atividades desenvolvidas na rede e outros indicadores, o estudo foi realizado em mais de 19 mil domicílios brasileiros entre outubro de 2014 e março de 2015. Apesar de identificar um crescimento do uso da internet pelo celular em todas as classes sociais, a pesquisa também constatou uma persistência na desigualdade no acesso à rede.
O dispositivo mais utilizado pelos brasileiros para acessar a internet é o celular, sendo preferência de 76% dos entrevistados. Em seguida fica o computador desktop (54%), o notebook (46%) e o tablet (22%). A maioria dos usuários (84%) afirma usar a internet pelo celular diariamente ou quase todos os dias. Cerca de 50% dos entrevistados possuem computador de mesa, mas a tendência a mobilidade foi responsável por um crescimento de 60% da posse de equipamentos portáteis como laptops e notebooks. Os tablets estão em 33% dos domicílios. Já quanto a disponibilidade de redes wi-fi, o estudo indica que 66% dos entrevistados dispõem esse tipo de internet.
Em 2014 a proporção de domicílios com acesso à internet chegou a 50%, correspondente a 32,3 milhões de residências. Por classes ainda há desigualdade: na classe A a proporção é de 98% de domicílios, 82% na classe B, 48% na classe C e 14% nas classes D e E. Nas áreas urbanas cerca de 54% das residências possuem acesso à internet enquanto zonas rurais tem uma proporção de 22%. A atividade favorita desses usuários é o envio de mensagens instantâneas. O acesso a redes sociais também aparece como um hábito recorrente.
A pesquisa pode ser consultada na íntegra no site do Cetic.br. Os insights dos anos anteriores estão disponíveis para consulta digitalmente.

Uso simultâneo de TV e internet vira hábito
Estudo, feito em julho deste ano com 1.004 internautas de todo o Brasil pelo Conecta, plataforma de web do Ibope Inteligência, mapeou o comportamento do internauta brasileiro.
Cerca de 88% dos telespectadores brasileiros assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. Nesse momento, o smartphone é o dispositivo mais usado (65%), seguido pelo computador (28%) e pelo tablet (8%).
Ao navegarem na internet enquanto assistem TV, 72% acessam as redes sociais, 55% recorrem à internet para passar o tempo durante os comerciais, 48% resolvem outras coisas e 18% dizem que a TV não é interessante o suficiente para ter toda a sua atenção. Há também 17% que assistem TV e navegam na internet.
Simultaneamente, para interagir com o que está acontecendo na transmissão, mesmo percentual dos que discutem com amigos sobre o programa que estão assistindo e 10% que buscam mais informações sobre um comercial que assistiram. O estudo aponta ainda que televisão e internet podem ser complementares: 96% dos internautas brasileiros já buscaram na internet algo que viram na TV.




70 milhões já têm internet no smartphone
A Nielsen Ibope divulgou duas novas pesquisas sobre o comportamento do brasileiro na internet, a Mobile Report, realizada com 898 usuários de smartphones, e a NetView, um monitoramento do uso da internet em computadores.
De acordo com a pesquisa, o número de pessoas que usam o smartphone para ter acesso à internet chegou a 72,4 milhões no segundo trimestre de 2015. O aumento foi de 4%, ou cerca de quatro milhões de pessoas a mais em relação aos 68,4 milhões do primeiro trimestre.
O maior crescimento nos últimos meses do uso de internet pelo smartphone ocorreu entre adultos e idosos. O grupo a partir de 35 anos de idade, que representava 35% dos usuários de smartphones conectados no quarto trimestre de 2014, chegou a 38% no segundo trimestre de 2015.
A Nielsen Ibope também perguntou às pessoas em quais situações mais utilizam os smartphones. Um quinto dos entrevistados afirma que usa o celular dentro do banheiro, enquanto 48% afirma que o horário mais utilizado é antes de dormir. Esse número chega a 62% entre os adolescentes.

Fonte: Meio e Mensagem 

Google aponta momentos ideais para conversão do consumidor mobile



Se a internet facilitou a vida dos consumidores, a conexão móvel deu a eles superpoderes. O acesso a mais informações está alterando a jornada de compra dos brasileiros e impactando a realidade das marcas. As mudanças são significativas e acontecem na rapidez de um clique, como mostra um levantamento realizado pelo Google no Brasil, que analisou o comportamento dos internautas nos dispositivos móveis. Em 2010, o número de brasileiros com acesso à internet era de 82 milhões, e apenas 10 milhões possuíam smartphones. Em cinco anos, esses números tiveram um salto expressivo, pulando para 117 milhões de conectados e 93 milhões que possuem celulares inteligentes. Com a informação na mão, o brasileiro está mais imediatista e ainda mais exigente por conta da expectativa elevada.
A gigante de buscas percebeu que o acesso à internet está marcado por micromomentos, e são eles que ditam as necessidades dos consumidores. A busca por um lugar para tomar café, a receita para o jantar, a leitura sobre um tênis de corrida ou a pesquisa sobre o destino de férias são, segundo o levantamento, as ocasiões ideais para entregar um conteúdo com relevância, a fim de responder os anseios e gerar conversão. Essas buscas atendem a momentos classificados pelo Google como: “Quero Saber”, quando há o consumo de informação; o “Quero Decidir”, em que as pesquisas dão mais confiança para finalizar processos; e o “Quero Aprender”, em que o internauta procura dados para facilitar a realização de atividades cotidianas.
Todos esses momentos estão ficando cada vez mais frequentes. O tempo que as pessoas passam conectadas à web pelos aparelhos móveis aumentou 112% no último ano. Esse contato possibilita maior liberdade de acesso a entretenimento, buscas e até mesmo altera a jornada de compra. “O Brasil precisa ser mais eficiente. O país passa por um momento de ganho de transparência em relação aos negócios. Nada como poder trazer essa transparência sob a ótica da comunicação, do engajamento, da construção de marca e da geração de negócio. Há cinco anos, entrávamos na internet, hoje vivemos nela. Precisamos interpretar o consumidor por meio de ocasiões em que eles estão conectados e entender como as empresas e marcas podem ser relevantes no momento que os usuários querem”, afirmou Fábio Coelho, Presidente do Google Brasil, durante a apresentação da pesquisa em São Paulo.

Visitas mais rápidas
Cada vez mais conectadas, as pessoas estão móveis até mesmo quando estão em casa e utilizam os celulares para acessarem à internet enquanto fazem alguma outra atividade. Toda essa mobilidade está gerando uma sensação de urgência cada vez maior no usuário, fazendo com que as visitas aos sites sejam cada vez mais rápidas. Segundo o levantamento, esse tempo teve uma redução de 9% nos últimos três anos. “As pessoas querem ter uma experiência o mais rápida possível. Elas desejam entrar e entender quais são as alternativas. E, depois, seguem para novas buscas. O brasileiro não se contenta com uma abordagem ou um ponto de vista. Ele quer conhecer a perspectiva de outros canais”, explica Coelho.
A visita mais curta não quer dizer que ela seja menos eficiente. A taxa de conversão via mobile aumentou 74%, de acordo com a pesquisa. O dado mostra como os dispositivos móveis estão se consolidando como um canal de compra, o que era impensado há cerca de três anos, quando a internet pelo celular era vista apenas como possibilidade de consulta. Essa mudança só foi possível por conta da melhora das interfaces, dos sites móveis e do surgimento dos aplicativos, que facilitaram a relação de consumo, transformando esses dispositivos em plataformas de negócio.
Apesar de todo o potencial, essa funcionalidade não está clara para muitos empresários, que ainda não aproveitam as oportunidades proporcionadas por este novo ponto de contato com os consumidores. “Nosso trabalho é ajudar as empresas, marcas e agências de propaganda a entenderem o novo momento. A nova realidade de comunicação é, na verdade, uma nova realidade do mercado. Hoje, as pessoas pesquisam na internet dentro das lojas, decidindo qual produto comprar. Com a informação em mãos, o consumidor pode negociar um desconto ou, simplesmente, buscar outra loja”, acrescenta o Presidente do Google.

Oportunidade para pequenos negócios
Os dados levantados mostram que não são apenas as grandes marcas que devem ficar atentas aos consumidores conectados. Os pequenos e médios empreendedores podem movimentar suas empresas ao perceberem que o uso de smartphones confere ainda mais relevância aos negócios locais, uma vez que a pesquisa de produtos e serviços próximos ao consumidor aumentou 55%. O dado reforça a importância da presença das PMEs no ambiente digital, o que pode ser fundamental para a conversão. É fundamental estar no mesmo lugar do consumidor quando ele sinaliza que quer efetivamente comprar.
A pesquisa mostra ainda que o brasileiro é hiperconectado e que escolhe como e quando se engaja. A maneira deste público explorar o ambiente online é feito por diversas maneiras: por meio de buscadores de preço, redes sociais, site de notícias, de vídeos, entre outras. A curiosidade do público nacional impulsiona, principalmente, a audiência no YouTube. As buscas relacionadas a “como fazer” na ferramenta tiveram aumento de 72%. No primeiro semestre de 2015, mais de duas milhões de horas desse conteúdo foram assistidas no Brasil. Metade do conteúdo foi visto em smartphones ou tablets. O uso do celular é tão intenso que quase a totalidade (94%) dos entrevistados disse que utiliza o aparelho para ter ideias enquanto realiza uma tarefa.
E oito em cada 10 brasileiros usam o smartphone para obter informações sobre a compra de um produto ou serviço. E quase a mesma quantidade (79%) dizem que estão procurando mais informações online agora, comparado a alguns anos atrás. E não são só as vendas diretas que são impactadas pela ferramenta. A comunicação entre as marcas e os consumidores pelas mídias tradicionais também acabou mudando.
Dentre os usuários de smartphones, 65% os utilizam para aprender mais sobre algo que viram em um comercial de TV. “As pessoas pegam o estímulo da televisão, que continua sendo mídia de massa, e vão nas plataformas para entender, validar, aceitar, aprofundar ou refutar aquele estímulo. O que é visto na TV hoje em dia continua pautando muito da nossa vida em relação ao conhecimento, mas por outro lado as pessoas estão o tempo todo conectadas, sejam real time ou após um evento, para entender o que está acontecendo”, finaliza Fábio Coelho.


Donos de pequenos negócios brasileiros estão conectados


O acesso à internet é uma prática para a quase totalidade dos donos de micro e pequenas empresas brasileiras, aquelas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano. De acordo com pesquisa inédita do Sebrae, 92% desses empresários usam a internet. Quando comparado ao acesso feito pelo conjunto da população brasileira, os empreendedores se mostram bem mais conectados. Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br) indicam que 59% da população utilizam a rede global de computadores.

O uso da internet no celular pelos donos de pequenos negócios também supera a média da população brasileira. Enquanto metade dos empresários usa seu telefone móvel para se conectar, apenas 31% da população do país fazem o mesmo. “A internet hoje é uma importante ferramenta que os donos de pequenos negócios têm para se capacitar e divulgar seus produtos e serviços. Ter acesso a esse meio de comunicação já é um grande passo para melhorar a qualidade do empreendedorismo no país”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

O estudo apontou que para 65% dos empresários que usam internet é alta a importância desse canal para o bom desempenho do negócio. Os principais motivos que levam os donos de micro e pequenas empresas a utilizarem a rede mundial de computadores são o uso do e-mail, a pesquisa de preços e de fornecedores, serviços financeiros e compras de insumos. Os empresários que acessam a internet gastam, em média, 20 horas semanais para assuntos ligados ao negócio e 12 horas para outras finalidades.

O uso da internet também é considerado um importante canal de capacitação. De acordo com a pesquisa, do total de empresários entrevistados, quase metade deles têm interesse em fazer cursos pela internet. Em média, eles dispõem de cinco horas por semana para essa finalidade. Só os cursos a distância oferecidos gratuitamente pelo Sebrae tiveram a procura recorde de quase um milhão de pessoas até o início de dezembro de 2014. “Sabemos que o grande desafio para os donos de pequenos negócios é se qualificar. Para se ter uma boa gestão é preciso estar capacitado e essa disponibilidade do empreendedor favorece a criação de novas empresas, aumentando também a taxa de sobrevivência delas”, destaca Barretto.
A instituição disponibiliza 43 cursos para empresários de pequenos negócios das mais diversas atividades, gratuitos e sem limite de vagas. Os cursos estão disponíveis no Portal EaD Sebrae.

Fonte: Sebrae

Projeto inclui favelas do Rio de Janeiro no mapa


O projeto "Tá no Mapa" do AfroReggae em parceria com a JWT, teve a visão e iniciativa de inserir comunidades no mundo digital, promover a cidadania e a busca por direitos básicos. 

A ideia criativa e precisa,  mexeu com mais de 20 mil moradores da Zona Norte do Rio De Janeiro, que ficaram empolgados e se sentiram ouvidos e lembrados. Por isso, houve grande mobilização e envolvimento da comunidade no projeto. Eles participavam e ajudavam a marcar ruas e vielas no GPS, destancando negócios locais, serviços e pontos de interesse. 

Diferente da realidade de 2009, quando houve o primeiro contato da Prefeitura do Rio de Janeiro com o  Google Maps, pedindo a identificação de outros dados, bairros e pontos turísticos da cidade. Um projeto que não foi adiante. 

Mas agora, com este fantástico projeto, já temos a primeira cidade privilegiada: Parada de Lucas, que fica na Zona Norte do Rio. Hoje, ela tem visibilidade no mapa, com pontos marcados em vários comércios, praças, bares e etc. 

Um muro digital foi quebrado e a próxima favela a ser mapeada será Vigário Geral. 


Conheça, logo abaixo, algumas curiosidades da cidade Parada de Lucas - RJ. Mas antes, veja o vídeo do projeto que incluiu favelas no mapa:





http://www.cbnfoz.com.br/images/news/g_rio_de_janeiro/be5dc7662362eb4570173a27a60decce.jpg
Bar do Camarão sem camarão. Apesar do nome, o bar não vende camarão, só frango assado. O Camarão é o dono do bar, que tem o apelido por se queimar facilmente ao sol. 

http://www.afroreggae.org/tanomapa/wp-content/uploads/2013/10/wifi_thumb-248x218.jpg
A pracinha ao lado do AfroReggae de Parada de Lucas tem acesso a Wi-fi grátis. É um verdadeiro point da comunidade, muito popular entre os jovens.      

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b2/Parada_de_Lucas.JPG
O nome Parada de Lucas vem de José Lucas de Almeida, um próspero agricultor da região que doou parte de suas terras para a criação de uma parada de trens que existe até hoje.      


Primeira biblioteca pública de livros digitais


            A primeira biblioteca pública totalmente digital dos EUA foi aberta há alguns meses e foi muito bem recebida por seu público, em Texas. Agora, todos os habitantes da região podem acessar gratuitamente o acervo com cerca de 10 mil obras. Melhor, para ter acesso aos livros não é necessário se locomover até o prédio físico da biblioteca, basta acessar a internet.

Será o futuro das bibliotecas? Acabam as estantes cheias de livros e as pessoas procuram o que precisam em uma espécie de Apple Store voltada para literatura. Ao observar algumas fotos do interior da BiblioTech, pensamos que se trata de qualquer coisa, menos uma biblioteca. 

O projeto Bibliotech foi desenvolvido pelo juiz Nelson Wolff, um amante da literatura e colecionador de obras raras, também responsável por levar ao condado uma biblioteca com livros impressos de US$ 38 milhões na década de 1990. A nova empreitada custou apenas US$ 2,4 milhões.

Para ter acesso ao acervo, os moradores podem se registrar on-line e baixar os títulos em seus próprios tablets e computadores. Caso a pessoa não tenha acesso à internet ou precise de leitores, pode se dirigir à sede física da biblioteca digital ou levar para casa um e-reader para ler os livros em casa.

Estão à disposição da população 800 e-readers, sendo 200 especiais para crianças e 600 tradicionais, 48 computadores, 40 laptops e 45 iPads. Os leitores podem ser emprestados por duas semanas e eles já vão carregados com as obras escolhidas. Caso não sejam devolvidos no prazo, o usuário recebe multa diária de US$ 1 até o 14º dia. A partir de então, o aparelho é dado como perdido e a multa de US$ 150 é adicionada à conta.

A duração do empréstimo dos livros digitais é de 14 dias, mesmo que baixados no leitor próprio do usuário. A partir desse período, a obra é excluída do software utilizado para a distribuição e leitura.

É o começo do fim da necessidade de carregar livros pesados? Enquanto muito se discute sobre o futuro dos livros, as bibliotecas parecem começar a se preparar para o mais assustador dos cenários. 


MomentCam ocupa o primeiro lugar no ranking de apps gratuitos

Recentemente você deve ter visto algum amigo no Facebook ou Instagram publicando caricaturas para todo lado, e ficou se perguntando: "Que artista é este que cria estes desenhos?" ou "Você viu que as caricaturas estão tomando conta do Facebbok?". Pois bem, trata-se de um aplicativo chamado de "MomentCam", que consiste em tirar uma foto, ajustar a posição dos olhos e da boca e escolher um template. O app traz um punhado de desenhos prontos e mescla a eles a foto que você escolheu, formando assim, diversas caricaturas divertidas suas.

Este aplicativo está disponível para Android e iOS e se popularizou rapidamente nas redes sociais. O "MomentCam" ocupa o primeiro lugar no ranking de apps gratuitos da App Store e está no Top 10 da mesma lista no Google Play. E sucesso foi garantido por onde passou, primeiro na China, depois nos EUA,  em diversos países menores e agora aqui no Brasil.
Se você se interessou e quiser experimentar ter a sua própria caricatura, basta fazer o dowload do app "MomentCam"e começar a se divertir. Ah, e mais uma dica: Se você for pesquisar na App Store ou Google Play, use o termo "MomentCam"ou Hightalk Software Corp que é o desenvolvedor original do aplicativo.

Starbucks faz parceria com Google e disponibilizará internet rápida

O acordo que a rede de cafeterias fez com a Google vai mudar, para melhor, a vida de muitos americanos. A parceria consiste em disponibilização de rede mais rápida de internet nos estabelecimentos da Starbucks em todos os Estados Unidos. A velocidade e qualidade da internet irá melhorar cerca de 10 vezes que a atual e em troca disso vai ter o Google como portal acesso quando a conexão foi liberada. São 7 mil lojas beneficiadas com o acordo nos próximos 18 meses.


Ao que tudo indica, o Starbucks está firmando acordo com o Google e com a Level 3 Communications para atualizar as lojas com uma variedade de soluções, desde DSL, cabo moedas e terminais T1s. As instalações começarão em agosto.


Banco Fedelfin rouba vida de internauta com pegadinha

O Banco Fedelfin é um cliente que usa bastante da criatividade para mostrar na prática os riscos que os clientes têm com o acesso à Internet. Primeiro pela exposição de dados on-line, mas agora o foco é no compartilhamento de dados financeiros. "Veja como facilmente loucos podem tomar sua vida" é um título que se auto explica. Trata-se de uma pegadinha que fizeram com um cliente para provar que o que expomos nas nossas redes sociais é o suficiente para imitarmos um padrão de comportamento e se passar por outra pessoa.

A primeira vista a sensação é que o vídeo é longo e confuso, mas a medida que se passa a curiosidade de saber até que ponto esse perigo pode ir prevalece. Um ator ao escolher sua vítima pode cruzar informações que ele mesmo divulga para confirmar dados e roubar informações cruciais que podem prejudicar - e muito - nossa vida.

 Uma ótima forma de mostrar "na pele" o tipo de comportamento que temos na internet. Veja abaixo:

 

Project Loon almeja levar conexão WI-FI para lugares remotos


É tão fácil fazer parte de uma sociedade que, na maioria das vezes, está online, conectada e com informação acessível, não né? Mas e naqueles lugares quase que remotos, sem civilização ou possibilidade de sinal? E se todo mundo pudesse ter contato com a Internet?

O Google vem com um projeto ambicioso para levar rede WI-FI para todo o globo, especialmente esses lugares afastados. O "Project Loon" pode parecer loucura, mas está sendo amplamente estudado e investido pela empresa, seja para dominar o mundo - aos conspiratórios - ou para inovar mais uma vez. Tudo gira em torno de antenas que, da Estratosfera, difundem a rádio-frequência cobrindo uma área de 40km de diâmetro a uma velocidade similar a do 3G.

O projeto já vem sendo testado em áreas afastadas da Nova Zelândia a 20km do chão.

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